Quando penso que me conheço
O outro me mostra uma face desconhecida que me habita
Quando imagino conhecer o outro
descubro alojado nele
minha face perdida
desconhecida
Quando eu e o outro nos encontramos
Cada um se descortina
Mesmo que eu não queira
Mesmo que ele não queira
o desconhecido
hospedado em nós
nos denuncia. ઇïઉ
“[...]
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.[...]
Clarice Lispector”
“Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre.”
Clarice Lispector

02/05/2009 at 3:18 pm
Gostaria muito de saber em que livro de Clarice Lispector está publicado o texto “Sinto Saudades”, reproduzido em sua bela Home Page. Gostaria de ler toda a obra.
25/09/2009 at 2:48 pm
Gostei desse seu espaço particular e achei atraente o sarau do castro…espero visita-la,mas por momento esta tudo bem…abraços!