“Não mais se trata de fazer florescer em mim o meu eu verdadeiro, mas de colher minhas uvas para o vinho e consumir a minha vida”

Uma vez definida, torna-se limitada  não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranqüilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer… suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. ou toca, ou não toca.

[...] Quando o homem comum e corrente observa a atividade de um revolucionário- atividade que ele em geral é incapaz de captar em sua dimensão social ou de classe- e a julga como atividade inútil, cega ou irresponsável que nunca poderá levar a uma modificação efetiva do atual estado de coisas, isto é, quando desvaloriza a atividade prática transformadora do homem no terreno social, sua consciência insere- por haver aspirado seus miasmas- numa atmosfera de pensamento tendente a desvalorizar o homem como ser social, ativo e transformador. [...]

Adolfo Sánchez Vázquez- Filosofia da Praxis- pg.10

  

 Pouco importa o julgamento dos outros.Os seres são tão contraditórios que é impossivel atender às suas demandas, satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro…Dalai Lama

“A verdadeira felicidade é um verbo. É o desempenho contínuo, dinâmico e permanente de atos de valor. A vida em expansão é algo que improvisamos continuamente, que construímos a cada momento. Ao fazê-lo, nossa alma amadurece. Nossa vida tem utilidade para nós mesmos e para as pessoas que tocamos” (Epicteto)

“[...]
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.[...]
Clarice Lispector”
  

 
 

   

  
“Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre.”  
Clarice Lispector  

 

 

2 respostas »

  1. Gostaria muito de saber em que livro de Clarice Lispector está publicado o texto “Sinto Saudades”, reproduzido em sua bela Home Page. Gostaria de ler toda a obra.

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